Automação de dados em operação sustentáveis

17 de janeiro de 2023

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Automação de dados em operação sustentáveis

Atualmente, práticas sustentáveis ganham força no mercado financeiro. Algumas dessas práticas, tem potencial inovador e podem colaborar fortemente para melhor a economia. Um exemplo básico e a produção de energia, onde a utilização de recursos limpos tem potencial para reduzir os custos de geração e principalmente fontes sustentáveis preservam o meio ambiente e ajudam a controlar a mudança climática evitando grandes desastres naturais.

As práticas sustentáveis foram fortemente adotadas em 2005, no relatório “who cares wins” da ONU (Organização das Nações Unidas) definido um conjunto de práticas a ser realizados por empresas para se tornarem sustentáveis, surgindo assim a sigla ESG (Environmental, Social and Governance). Desde sua implementação, a mesma passou por diversas modificações e hoje é considerado uma referência em relação as melhores práticas ambientais e sociais de governança de um negócio, passando a ser um importante critério para investimos. Obtendo resultados satisfatórios, segundo Fórum Econômico 

Mundial, empresas que implementaram o ESG atingiram lucro de 20% maior que concorrentes.


Aliado a essa crescente de práticas sustentáveis a COP 26 (2021) foi marcada pelo compromisso assumido pelo setor privado, inclusive do Brasil de ampliar medidas para atingir a neutralidade climática até 2050. Sendo inclusive firmando um posicionamento denominado de “Empresários pelo Clima”. No final do ano anterior (2022) aconteceu a COP 27 e foi considerado o evento mais importante e o maior já realizado sobre o tema das mudanças climáticas. Durante o evento foi discutido amplamente sobre como as regras do acordo de Paris deve ser cumpridas. A ampliação de utilização de fontes renováveis de energia e o avanço da descarbonização entre outros temas sustentáveis. Com isso, as empresas parceiras da COP, como Microsoft, Salesforce, Google. lançaram seu projetos de inovação em sustentabilidade


Microsoft cloud

Até o início deste ano, apenas uma versão de prévia está disponível deste sistema e está projeto para entrar em operação para junho deste ano. A Microsoft Cloud, estará aberta para compra e teste gratuito. A mesma vem equipada com funcionalidades de cálculo e integração, relatórios, divulgação e informações mais automatizadas, criação de uma infraestrutura de TI sustentável entre outras vantagens. Como uma inteligência de dados mais aberta e centralizada que lhes permitirá gerir melhor os impactos do carbono.


Google Cloud

A Google já tinha uma plataforma bem definida, com a necessidade de uma pegada mais sustentável, a Google adicionou ao pacote uma cloud especialmente para a sustentabilidade. A mesma disponibiliza um relatório próprio, com um foco no carbono que os próprios clientes da Google, podem gerar utilizando a ferramenta. Buscando facilitar medição, elaboração de relatórios sobre seu impacto ambiental. Possui funções, monitorar emissões, produto ou região e indicação de recomendação para diminuir o impacto.

Cloud Salesforce

 Assim como as outras ferramentas, a Cloud da Salesforce, tem como objetivo medir, analisar e buscar informação sobre suas emissões de gases, buscando desenvolver estratégias para alcançar os seus objetivos sustentáveis e gerar valor a longo prazo. Próximo do final do ano passado, antes da realização da COP27 a empresa lançou uma atualização da Cloud de sustabilidade. Aumentando a quantidade de funcionalidades da ferramenta.


Climatempo utiliza o serviço da Google Cloud e SantoDigital e realizou inovações na sua infraestrutura para aceleração de processos de entregas. Os serviços prestados possuem grande dependência do processamento correto dos diferentes modelos meteorológicos, já que existem particularidades entre eles, bem como uma apurada análise de dados. Atrelado a essa automação dos dados migração para nuvens, trouxe vantagens e bons resultados para empresa desde 2017 quando foi implementando.

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