Este fator de fracasso, ou se baixo desempenho pode ter como causa o fator anterior – o atraso de entrega das etapas programadas acarretando pelo menos o custo da mão de obra.

O aumento de custos pode ser causado pelas condições meteorológicas

Impacto do calor e ar quente na obra

shutterstock_94237147Necessidade de agregar produtos não previstos no projeto, como custo da água para realizar uma boa cura e o uso de aditivos na concretagem, por exemplo.

O excesso de sol, de vento e a baixa umidade do ar podem causar rachaduras e infiltrações. Para isso é necessário aspergir produtos que formam uma película que impede a perda da umidade, ou cobrir a laje com lonas plásticas.

 

Excesso de umidade e materiais

Por outro lado, o excesso de umidade pode prejudicar a armazenagem do cimento Portland, de argamassas, mantas asfálticas, gesso, madeiras e outros que possam estar ao ar livre. Para estes a solução pode ser medir a umidade dos materiais e avaliar a possibilidade do uso, mais um custo.

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O excesso de chuvas também pode impor o uso de bombas para retirada da água empoçada nos vãos cavados para as sapatas.

As colunas e vigas de ferro armado expostos a umidade por tempo prolongado podem enferrujar. Com isso, há um custo para lixar e tratar com produtos químicos.

 

Outras perdas de material e uso de equipamentos não programados podem ser evitados ao projetar a obra de acordo com o clima, e com a previsão do tempo. Evitar o desperdício de tinta das partes externas, e até a limpeza final.